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Clube de Radioamadores de Joinville

Radioamadorismo

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Defesa Civil

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28 de novembro de 2011

Como Montar seu Shack - Parte 1

Vamos iniciar aqui, uma série de artigos sobre como escolher os equipamentos que comporão o shack de um radioamador. Pretendemos apenas dar uma pequena orientação aos iniciantes. Se reunirmos numa sala 100 radioamadores, e lançarmos no ar a pergunta: "QUE EQUIPAMENTO DEVO COMPRAR PARA INICIAR MINHAS OPERAÇÕES COMO RADIOAMADOR?" é muito provável que teremos 100 respostas diferentes. Assim, o que vamos encontrar aqui é apenas uma, entre várias abordagens e opiniões possíveis.
Neste primeiro artigo vamos abordar os Transceptores. Por uma questão de praticidade, não vamos falar de Transmissores e Receptores de modo separado, até msmo por que não é tão comum um iniciante buscar este tipo de solução.

Quando escutamos a pergunta: "Que equipamento devo comprar?" a nossa resposta deveria ser: "OK. Você é um radioamador, mas você quer um equipamento para que tipo de operação? Qual a utilização que você pretende hoje? E no futuro, vislumbra algo? E, quanto está disposto a gastar?". Parece uma conversa óbvia, mas normalmente não é assim. Nos limitamos a indicar um ou dois modelos e .... boa sorte ao novato.

Quando falamos em transceptores para o serviço de radioamador, podemos separar nossos equipamentos em 3 tipos (na verdade esta classificação não existe e vamos usar aqui apenas para facilitar e conduzir nosso raciocínio): Base, Móvel e Portátil.

Portátil
Quando falamos em uma estação portátil, normalmente estamos nos referindo ao popular HT (handie-talk - ATENÇÃO - não confundir com os TALK-ABOUT da Motorola)... É uma opção barata, e bastante útil quando se vai para uma caminhada, ou quando não temos condições de operar uma estação fixa ou em um carro, por exemplo.

É também uma espécia de "equipamento de entrada", pois pelo seu custo e simplicidade, muitos radioamadores iniciantes optam por esse tipo de equipamento.

Pela potência (tipicamente 5 W) e por serem equipamento notadamente para VHF (alguns também atuam em UHF, e raros - como o FT-817D da YAESU - operam nas faixas de HF), acabam por ter alcance LOCAL.

As opções são variadas e uma consulta às boas casas do ramo (parece comercial antigo) e a fóruns e listas radioamadores, ou mesmo uma conversa na reunião do seu clube,  pode orientar melhor sobre QUAL MODELO escolher.

Se você que saber as características de um modelo em particular, pode visitar o site RIGPIX (RIG é como são conhecidos os equipamentos de radioamador, nos EUA) e buscando pelo modelo desejado, teremos a foto e a descrição das principais características do equipamento. Normalmente, as características mais importantes (depende muito do tipo de operação) são a autonomia da bateria, o peso e o volume do HT.

Móvel
Por móvel, vamos entender que são aqueles equipamento que serão instalados em carros, traillers, barcos, ou (como alguns chamam) plataformas móveis. Até algum tempo, quando falávamos em operações móveis, nos referíamos a VHF ou UHF. Com o avanço da tecnologia (a miniaturização dos componentes e a "digitalização") os equipamentos que também cobrem as faixas (ou bandas) de HF, se tornaram mais acessíveis e comuns. Equipamentos "tudo-em-um" são muito comuns hoje.

A escolha dependerá de muitos fatores. Assim a existência ou não de um painél que possa ser "separado" do corpo do equipamento pode ser um fator importante. As bandas atendidas e outros opcionais (como acopladores, antenas disponíveis) devem ser levados em consideração. É claro que todas estas opções vão ditar "diretamente" o custo de nossas escolhas. Assim, se a operação em HF móvel não é primordial, ou interessante, a escolha de um equipamento que cubra as faixas de VHF ou de UHF pode ser bem mais acessível. Os equipamentos desta categoria podem ser utilizados, indistintivamente como "Móveis" ou como "Base".

Base
Aqui é onde "o bicho pega".
 
Nesta classificação temos o maior número de opções. Marcas e modelos, cada um com características e opcionais que tentam suprir as necessidades dos radioamadores, sejam elas quais forem.
Estes são os equipamento que vamos encontrar no shack daquele nosso amigo radioamador quando o visitarmos. Podemos dizer que é onde o radioamador passará a maior parte de seu tempo, quando em operação. Por isso a escolha deve ser bem pensada. 

Podemos separar os equipamentos desta classificação em duas (sub)categorias: os "entry-level" e os "high-end".

Os equipamentos "entry-level" são mais simples, voltados "normalmente" para o iniciante. Tem características bem similares entre si, além de um custo bem acessível. Normalmente estes equipamentos tem uma potência de RF de 100W, cobrem bem as faixas de HF, VHF e UHF. Atualmente quase todos dispõe de DSP (opcional ou "de fábrica"). É bastante comum encontrar alguns equipamentos tipicamente "móveis" (apenas para citar um exemplo, o ICOM IC-706mkIIG) operando como "base". Também, quase todos os equipamentos aqui operam na maioria dos modos previstos ou autorizados.

Optar por um modelo com ou sem VHF ou UHF, quando operando base, vai depender da necessidade de operar estas faixas simultaneamente, com a operação HF (o que não é muito comum).

Iniciando-se com um equipamento destes não significa uma obsolência próxima, uma vez que podemos acopla-lo à um linear, por exemplo, e já teremos mais potência de RF. Outros opcionais poderão adicionar funções e características interessantes, o que além de garantir uma operabilidade ao longo do tempo, nos proporciona adquirir cada item, separadamente, reduzindo o impacto financeiro de se instalar o shack. É interessante notar que se estou habilitado como classe "C", tenho um limite legal de operação em 100W, portanto a aquisição de equipamentos de maior potência não faz muito sentido (legalmente falando). 

Já os equipamentos "high-end" são o sonho de consumo de um rádioamador. Aqui, literalmente, "o céu é o limite". Todas as funcionalidades e facilidades estão disponíveis. Se o custo não é problema, aqui certamente acharemos a solução para ideal para cada caso. Normalmente estes equipamentos se restringem à faixa de HF, e tem o maior número de filtros e opcionais disponíveis. O que também exigira um maior conhecimento do radioamador para que possa tirar proveito de todo o inestimento efetuado. Se você quer se destacar em diplomas e concursos, falar (com o mínimo de dificuldades) com o mundo inteiro, essa é a sua praia.

Fabricantes
Muitos são os fabricantes. Uma pesquisa pela internet vai mostrar isso.
Mas "para nao errar" podemos limitar nosso leque em 3 fabricantes: YAESU, ICOM e KENWOOD.
Aqui não teremos erros. São fabricantes consagrados e seus equipamentos são relativamente fáceis de serem encontrados no mercado brasileiro. Além de serem facilmente comercializados, caso depois de algum tempo você deseje se desfazer, para "renovar" seu shack.

Considerações e Conclusão
Indicar um rádio é bastante difícil, sem que se conheça bem QUEM VAI OPERAR.
Um bom rádio para mim, pode ser uma grande frustração para outro radioamador. E isto independe do valor.
De que adiante recomendar o melhor rádio do mercado de vários milhares de reais, quando se precisa apenas de um HT (de poucas centenas de reais) para prover segurança em uma escalada, onde não posso carregar uma pesada e grande antena e nem tenho disponibilidade de energia elétrica? Ou recomendar aquele HT "tri-banda" com dezenas de funcionalidades, se o meu uso não acontece fora da faixa de VHF? 

Para se ter segurança na aquisição de seu rádio, vale pesquisar na internet, visitando fóruns, sites de clubes e radioamadores, sites de lojas, e por aí a fora.

Mas talvez o que vai lhe dar mais confiança seja uma visita ao seu Clube ou Associação. Nada como uma conversa franca, olho-no-olho, com alguém que vai conhecer, tanto a você, as suas necessidades e as suas possibilidades, para lhe orientar quanto à melhor escolha. E depois lhe acompanhar, ajudando, assessorando, no melhor espírito radioamador, sem lucro algum a não ser o de ver mais um radioamador ativo e atuante.

22 de novembro de 2011

Nova Edição do CAER - em Florianópolis

O Coordenador da RENER (Rede Nacional de Emergência de Radioamadores) em Florianópolis, ROBERTO GRISARDI SAUSEN - PU5FFC, a  LABRE-SC e a ARAF convidam os radioamadores para o CAER (Capacitação de Ação em Emergência para Radioamadores) em Florianópolis.



  • Ministrante: Paulo Cesar - PT2PC (Coordenador Nacional da RENER - Secretaria Nacional de Defesa Civil).
  • Data-Hora: 03 de Dezembro, sábado das 13:00 às 17:00 horas, e dia 02 de dezembro, sexta feira das 19:00 às 22:00 horas.
  • Público Alvo: 03 de Dezembro destinado aos Radioamadores que desejam capacitação – em comunicações de emergência – RENER (60 vagas) e no dia 02 de dezembro o curso é destinado ao publico em geral (60 vagas).
  • Local:  Rua capitão Euclides de Castro, nr 286 - antigo Portal Municipal e atual sede da Guarda Municipal de Florianopolis, que fica na cabeceira da Ponte Pedro Ivo (lado continente).
Para se inscrever deve-se entrar em contato com a ARAF, solicitar a ficha de inscrição e devolvê-la preencchida até o dia 01 de dezembro, pelo e-mail: araf@araf.org.br

Outras Informações:
  • Coffee break será servido no intervalo
  • Certificados serão fornecidos
  • Não existem custos para a participação
  • QRV em 146,880 (subtom 88.5)


Informou:
ROBERTO/PU5FFC
Coordenador Municipal da RENER em Florianópolis
(48) 99031560

5 de novembro de 2011

05 de Novembro - DIA DO RADIOAMADOR

Na data de hoje, 05 de Novembro, comemoramos no Brasil o DIA DO RADIOAMADOR. Mas, quem são os radioamadores?

Os radioamadores foram, e são ainda hoje, os pioneiros nas telecomunicações. Eles experimentam e testam tecnologias de comunicações, com o propósito de aumentar a qualidade ou a eficiência dos sistemas de comunicação, de maneira voluntária e abnegada. Assim tecnologias bastante comuns nos dias de hoje, nasceram das experiências radioamadorísticas, como a telefonia celular e a internet.

Mas radioamadorismo não é só pesquisa científica. É muito mais do que isso.

Ser radioamador é participar de uma fraternidade mundial única, pois as ondas de rádio não conhecem as fronteiras estabelecidas pelos homens. Assim, em cada contato, em cada troca de cartão "QSL", um novo amigo é adquirido, sem que saibamos sua aparência e às vezes nem mesmo sua voz (por exemplo quando falamos em CW, ou Modos Digitais).

Ser radioamador é buscar desafios e competições, em cada concurso ou conteste, procurando superar suas próprias marcas, seja tentar um contato com um Estado ou País que ainda não falamos ou trabalhar distâncias cada vez maiores com menos potência.

Mas ser radioamador também é estar alerta para auxiliar em catátrofes, calamidades e emergências, contribuindo para salvar vidas ou minimizar os efeitos adversos. Para um radioamador, mais que uma possibilidade, isto é um DEVER. Assim, o radioamadorismo brasileiro, representado pela LABRE (Liga dos Amadores Brasileiros de Rádio Emissão) e de milhares de voluntários se fazem representar junto ao Sistema Nacional de Defesa Civil, atravéz da RENER (Rede Nacional de Emergência de Radioamadores).

Por tudo isso, desde o princípio, nosso fundador Baden-Powell sempre foi um grande incentivador do radioamadorismo dentro do Movimento Escoteiro - o RADIOESCOTISMO. Assim, o RADIOESCOTISMO tem sido uma grande ferramenta da formação e na educação de nossos jovens, proporcionando atividades e experiências únicas e atrativas.

A Equipe Regional de Radioescotismo de Santa Catarina (Marcus Vinicius - PU5BRL; Marcondes - PP5PME e Manoel - PU5CLM) parabeniza a todos os radioescoteiros e radioamadores pela passagem desta data aproveitando a oportunidade para agradecer a todos os Radioamadores Catarinenses, e em especial à LABRE-SC, pelo apoio sempre constante às atividades escoteiras .